Casamento: A família vem junto!

Ei, meninas! Como estão? Estou adorando estar aqui com vocês. Deixo o meu obrigada a cada uma: leitoras, Jucy e amiga Pati blogueira.

Preparadas para o tema de hoje? Foi um grande desafio para mim preparar este texto e espero que traga clareza para vocês. Bora lá!?

Junto com cônjuge tem também uma família, e isso implica conviver com sogros, sogras, cunhados, sobrinhos e por aí vai. Nós precisamos desses relacionamentos. Assim como ninguém é feliz sozinho, os casais também não se bastam. Como em qualquer tipo de relacionamento pessoal, pode ser maravilhoso, e as vezes muito difícil. Esta convivência será um exercício saudável de tolerância e paciência.

Respeite os laços familiares de seu cônjuge e terá uma companhia mais feliz. É uma demonstração de amor a convivência harmoniosa com os familiares do outro, por isto dê o seu melhor.

Nunca coloque seu marido em segundo plano! Agora são vocês quem devem ocupar o primeiro lugar na vida um do outro, mas vale lembrar que os pais dele e demais familiares, continuam a desempenhar muita importância.

Gosto de fazer a seguinte analogia: aprendemos que no trânsito devemos manter uma distância de segurança dos demais veículos para evitar colisões, isto fazemos, analisando a velocidade, as condições da via, da circulação, dos veículos envolvidos e as condições climáticas. Entendo, que “distancia de segurança” se aplica perfeitamente aqui. Observe, analise, vá com prudência e evite colisões.

Uma família começa por um casal. Uma família divide-se para se formar um casal. A perda que seus pais e sogros sofrem é confusa e difícil de lidar, mas com amor e compreensão tudo vai se encaixando.

Devemos entender que somos seres diferentes, de hábitos diferentes e que viemos de famílias diferenciadas. Quando uma nova família se forma as diferenças culturais se evidenciam. Nesse caso podem surgir conflitos com os familiares, e o ideal é em um bom diálogo entre os cônjuges acordar limites aceitáveis para os dois.

Tome cuidado para não usar os familiares como tema de discussão com o outro. Pense: ninguém gosta de ter a sua família exposta, mesmo reconhecendo que ela está errada. Evite valorizar picuinhas e cobrar atitudes, isto pode ser extremamente danoso. Fale de como se sente e ouça com atenção o que o outro tem a dizer.

Faça a sua parte. Carinho não se impõe, se conquista. Não se pode forçar uma aceitação familiar. Desenvolva laços de simpatia, dê atenção às conversas, tente ser mais participativa nas reuniões familiares. Seja acessível, desenvolva relacionamento, seja educada. Nada que seja destoante e falso vai funcionar. É preciso que haja profunda sinceridade. Dessa forma uma coisa é certa, você agradará seu marido e ampliará as possibilidades de ter um bom relacionamento com os familiares dele.

É importante entender que marido e esposa formam uma nova família, família esta que tem prioridade sobre as famílias de origem. É claro que tanto o marido como a esposa ainda precisam honrar seus pais e dar atenção a eles. Cada cônjuge deve ligar e visitar seus familiares independente da companhia do outro, mantendo assim o bom relacionamento com seus pais. Não é errado um ir almoçar com os pais e o outro preferir ficar em casa, é claro, se existe acordo nisso. A frequência de receber em nossas casas deve estar bem alinhada, pois cada um tem hábito e tolerância diferente. Conversem e acordem isso. Mas lembre-se, mantenha os assuntos do casal em particular, não fale ou permita que falem mal de seu parceiro. É você que estabelece os limites até onde seus familiares vão. Sua vida de casal, suas decisões, cabem a você e seu marido e a ninguém mais.

É muito importante que o espaço de vocês seja respeitado, pois a interferência de outras pessoas pode atrapalhar o relacionamento. Vocês devem se responsabilizar pelas soluções financeiras, evitando, assim, “dar lugar” para intromissões. Em um primeiro momento, a ajuda pode parecer boa, mas a longo prazo, os familiares podem começar a dar palpite e se sentirem na liberdade de controlar a vida de vocês. Se não tiverem outra alternativa, aceitem o auxílio dos pais, mas apenas temporariamente e com muito diálogo. O casamento agradece.

Alguns casais passam a ter conflitos quando, por alguma razão precisam morar com os pais ou quando os pais por enfermidade ou por serem idosos vêm morar com os filhos. Isto afeta bastante a rotina e convívio do casal. Para superar desafios como estes, cultive o momento a dois, ouvir o outro e construir um caminho que contemple o consenso, mantendo a conexão emocional e a empatia.

Acredito na possibilidade de um excelente convívio com sogro, sogra e demais familiares, formando assim uma grande, feliz e maravilhosa família. Se esta é a sua sorte: PARABÉNS e siga meu conselho: como tudo de bom na vida, cuide para que assim permaneça.

Mas se no seu caso, não foi assim que aconteceu, HÁ ESPERANÇA! Ainda existe vida entre o casal! Ter dificuldades com os sogros ou familiares, não significa que estão em uma relação problemática. O que vai importar não é o conflito em si, mas como lidam com ele no dia a dia, não permitam que isto afete o casamento de vocês.

Vale um resumo:

  • Não nos bastamos sozinhos, por isto cultive o bom relacionamento com os familiares de seu cônjuge;
  • Respeite os laços familiares;
  • Coloque seu cônjuge em primeiro plano;
  • Mantenha uma distância de segurança, evitando colisões com os familiares de seu cônjuge;
  • Pratique a empatia, seja tolerante e compreensivo;
  • Aceite ajuda financeira de familiares ou acolhimento apenas em acordo com seu cônjuge, e isto temporariamente e quando realmente for necessário;
  • Invista no momento a dois, nutrindo a boa comunicação entre vocês;
  • Priorizem o acordo;
  • Vida a dois de sucesso é vivida a dois!

Um grande abraço e até a próxima postagem.